Biblioteca Hilda Hilst na República Dominicana!
Em janeiro de 2009, será inaugurado o Centro Cultural Brasil - República Dominicana, da Embaixada do Brasil em São Domingos. Além da Biblioteca Hilda Hilst, contamos com várias salas de aulas (para cursos de Língua Portuguesa e Cultura Brasileira), Salas Glauber Rocha, Tarsila do Amaral e Anita Malfatti (para projeções e exposições), Cozinha Adélia Prado (para aulas de culinária brasileira), Jardim Vinicius de Moraes, Café Machado de Assis, entre outros espaços.
Nesse momento, pedimos colaborações a escritores e editores brasileiros para o nosso acervo, que está começando a se formar. Os interessados em doar livros, revistas, jornais, CDs, DVDs podem enviá-los para:
Cristiane Grando (Diretora Biblioteca Hilda Hilst)
Centro Cultural Brasil
Calle Hermanos Deligne, 52 Gazcue
Santo Domingo - REPÚBLICA DOMINICANA
| HILDA HILST É HOMENAGEADA COM SÉRIE DE EVENTOS GRATUITOS. |
”Hilda Hilst O Espírito da Coisa”, espetáculo em cartaz no Teatro do Centro da Terra, programou uma série de atividades gratuitas como forma de homenagear a grande escritora brasileira, falecida há 5 anos. O projeto “Hilda Hilst O Espírito da Coisa” inclui exposição homônima, oficinas, palestras, ciclo de filmes, apresentações únicas de outras peças teatrais e leituras dramáticas. |
| QUATRO PORTUGUESES CONHECENDO HILDA. |
O texto abaixo foi enviado por um grupo de música erudita português que inicia trabalho com poemas de Hilda. Ficamos muito contentes de ver que a obra de Hilda, cada vez mais, emociona leitores por todo o mundo. |
| COMO UMA BREJEIRA ESCOLIASTA - J.L. Mora Fuentes. |
Surgindo como resposta ao convite do editor Wilson Marini, os textos são lúcida irreverência, humor e crítica impiedosa das mofinezas humanas, bem como da comiseração pela fragilidade e desatinos da espécie. Aliando prosa e poesia para estampar o absurdo que partilhamos na matéria, a inquietante Hilda bombardeou, durante 62 contundentes semanas, a tradicional sociedade campinense com questionamentos essenciais... |
| O FENÔMENO HARRY POTTER E O NOSSO TEMPO EM MUTAÇÃO - Nelly Novaes Coelho. |
Sucesso inusitado que, evidentemente, vem suscitando uma avalanche de críticas, pró e contra esse “enfeitiçamento” dos leitores, causado por esses volumosos livros, com suas centenas de páginas cobertas de letras, frases longas, nomes difíceis e... sem ilustrações. E isso, em plena Era da Imagem |
| POR UM CANCIONEIRO VÍVIDO - Edson Tobinaga. |
...flauta, trompa, viola, violoncelo... Esta é a seqüência de timbres por que passeia a linha melódica da introdução da pequena grande obra-prima que é a Canção do Amor Demais de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, presente no memorável disco homônimo de 1958. |
| HILDA HILST: A MORTE E SEU DUPLO - Cristiane Grando. |
“Lego-te os dentes./ Em ouro, esmalte e marfim.” Muito além da imagem de um rosto deslumbrante, Hilda Hilst legou-nos suas obras, mais de 40, publicadas, de 1950 a 1995, em versos que foram se tornando cada vez mais complexos |
| HILDA HILST POR JORGE COLI. |
“Qual a boa metáfora para descrevê-la: uma pluma? Uma flor delicada que, por milagre, anda? Um cristal frágil? Sua voz faz-se carícia tímida. Para onde foi a Hilda Hilst desbocada, de tom enérgico, manejando palavrões que abalaram bem-educados e bem pensantes?(...)" |
| BENJAMIN: KAFKA A PROPÓSITO DO 10º ANIVERSÁRIO DE SUA MORTE - Luiza Novaes. |
Benjamin inicia o ensaio, nos contando uma anedota sobre a depressão de um czar, Potemkin, e a burocracia do acúmulo de papéis uma vez que o responsável não os assinava. A simplicidade e a facilidade que um dos funcionários arranjou para a empreitada tão complexa aos olhos dos chanceleres, de fazer o czar assinar os papéis, para ele, Chuvalkin, era viável. |
| CAMUS - Luiza Novaes. |
Camus começa seu ensaio sobre Kafka, denominado por ele como: A esperança e o absurdo na obra de Franz Kafka, pensando na necessidade que Kafka deixa para o leitor de releitura da obra, ao menos duas vezes, por que o autor pensa na possibilidade da dupla interpretação senão mais outras. |
| ROBERTO MATTA: "O SOL PARA QUEM SABE CONGREGAR" - Leo Lobos (Tradução de Geruza Zelnys de Almeida). |
Nascido no Chile em 11 de 11 de 1911, formou-se arquiteto aos 22 anos e partiu para a Europa onde trabalhou no projeto “cidade radiante” com o pintor, arquiteto e teórico franco-suíço Le Corbusier (1887-1965). Ao final de 1934 visitou a Espanha, onde conhece, na casa de seus tios diplomatas, o poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973) e os poetas espanhóis Rafael Alberti (1902-1999), e Federico García Lorca (1898-1936). |
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