O FENÔMENO HARRY POTTER E O NOSSO TEMPO EM MUTAÇÃO
Nelly Novaes Coelho. Sucesso inusitado que, evidentemente, vem suscitando uma avalanche de críticas, pró e contra esse “enfeitiçamento” dos leitores, causado por esses volumosos livros, com suas centenas de páginas cobertas de letras, frases longas, nomes difíceis e... sem ilustrações. E isso, em plena Era da Imagem...[leia mais]
ENCARNAÇÕES DA POESIA
Claudio Willer.
Já disse isso em outras ocasiões: São Paulo, em 1960, sendo já uma metrópole, ainda tinha, culturalmente, características de província. Sabia-se de tudo, ou do que importava, sem precisar de noticiário na imprensa. Um dos assuntos da cidade naquele momento: a palestra sobre Artaud por Dora Ferreira da Silva (onde foi? no IAB?). [leia mais]
POESIA OBSCURA/LUMINOSA DE HILDA HILST
Nelly Novaes Coelho. Como toda grande poesia (a que se faz voz de um eu interior centrado em si mesmo e ali buscando resposta para o Enigma da Vida) a de Hilda Hilst (1934-2004) expressa em seu suceder as transformações de seu tempo. [leia mais]
HILDA HILST POR JORGE COLI.
“Qual a boa metáfora para descrevê-la: uma pluma? Uma flor delicada que, por milagre, anda? Um cristal frágil? Sua voz faz-se carícia tímida. Para onde foi a Hilda Hilst desbocada, de tom enérgico, manejando palavrões que abalaram bem-educados e bem pensantes?(...)" [leia mais]
JOZÚ, O ENCANTADOR DE RATOS (Parte 1).
ROBERTO MATTA: "O SOL PARA QUEM SABE CONGREGAR" - Leo Lobos (Tradução de Geruza Zelnys de Almeida).
Nascido no Chile em 11 de 11 de 1911, formou-se arquiteto aos 22 anos e partiu para a Europa onde trabalhou no projeto “cidade radiante” com o pintor, arquiteto e teórico franco-suíço Le Corbusier (1887-1965). Ao final de 1934 visitou a Espanha, onde conhece, na casa de seus tios diplomatas, o poeta chileno Pablo Neruda (1904-1973) e os poetas espanhóis Rafael Alberti (1902-1999), e Federico García Lorca (1898-1936). [leia mais]
HILDA HILST: A MORTE E SEU DUPLO
Cristiane Grando.
“Lego-te os dentes./ Em ouro, esmalte e marfim.” Muito além da imagem de um rosto deslumbrante, Hilda Hilst legou-nos suas obras, mais de 40, publicadas, de 1950 a 1995, em versos que foram se tornando cada vez mais complexos...[leia mais]
POR UM CANCIONEIRO VÍVIDO
Edson Tobinaga. ...flauta, trompa, viola, violoncelo... Esta é a seqüência de timbres por que passeia a linha melódica da introdução da pequena grande obra-prima que é a Canção do Amor Demais de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, presente no memorável disco homônimo de 1958. [leia mais]
BENJAMIN: KAFKA A PROPÓSITO DO 10º ANIVERSÁRIO DE SUA MORTE Luiza Novaes.
Benjamin inicia o ensaio, nos contando uma anedota sobre a depressão de um czar, Potemkin, e a burocracia do acúmulo de papéis uma vez que o responsável não os assinava. A simplicidade e a facilidade que um dos funcionários arranjou para a empreitada tão complexa aos olhos dos chanceleres, de fazer o czar assinar os papéis, para ele, Chuvalkin, era viável.[leia mais]
CAMUS
Luiza Novaes.
Camus começa seu ensaio sobre Kafka, denominado por ele como: A esperança e o absurdo na obra de Franz Kafka, pensando na necessidade que Kafka deixa para o leitor de releitura da obra, ao menos duas vezes, por que o autor pensa na possibilidade da dupla interpretação senão mais outras.[leia mais]